terça-feira, 5 de julho de 2016
Objeto para a Cortadora a Laser

Em grupo, eu, Túlio e Rafaela, desenvolvemos um objeto que consiste em diversas peças com encaixes de mesma dimensão nos mesmos pontos. Assim elas podem ser montadas de várias formas (montada ao lado em cubo apenas para exposição)A interação se baseia em usar diferentes peças contra a luz e assim criar as mais variadas sombras.
Formas do Moderno
Visitei em maio a exposição Formas do Moderno na Casa Fiat de Cultura. Diversos artistas fizeram parte da mostra como Di Cavalcanti, Lasar Segall e Portinari, esses fizeram uso de variadas técnicas como óleo sobre tela, têmpera sobre tela, escultura, guache sobre papel e outras. Mas os que mais me impressionaram foram as Aquarelas de Flávio de Carvalho e a obra Balões, feita em óleo sobre madeira, de Alberto da Veiga Guinard.

As primeira se diferencia das obras de outros períodos principalmente pelo traço do artista que não é mais tão preciso e não representa o real com tanta perfeição quanto era exigido anteriormente. Já a segunda retrata a paisagem mineira usando cores quentes que agradam muito a visão.
As primeira se diferencia das obras de outros períodos principalmente pelo traço do artista que não é mais tão preciso e não representa o real com tanta perfeição quanto era exigido anteriormente. Já a segunda retrata a paisagem mineira usando cores quentes que agradam muito a visão.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Crítica ao Vídeo
O vídeo do objeto interativo da Bárbara Mirelli ficou bastante interessante. Foi bem positivo mostrá-lo na presença e na ausência de luz, pois no primeiro caso vemos a estrutura do objeto - o formato, as articulações e os imãs- e no segundo o funcionamento dos leds.
Apesar de a música contribuir para o vídeo, há uma falha aproximadamente no ponto 2:20, acredito que essa tenha finalizado e reiniciado. Isso ocasionou alguns segundos de silêncio.
Ele também retrata o objeto de vários ângulos e a interação entre uma ou mais pessoas com esse.
Por ter 3 minutos e 25 segundos e mostrar sempre os mesmos movimentos talvez tenha ficado um pouco repetitivo (apesar de a ideia de colocar dois quadros verticais diferencie um pouco), por isso pode-se reduzir o tempo.
Apesar de a música contribuir para o vídeo, há uma falha aproximadamente no ponto 2:20, acredito que essa tenha finalizado e reiniciado. Isso ocasionou alguns segundos de silêncio.
Ele também retrata o objeto de vários ângulos e a interação entre uma ou mais pessoas com esse.
Por ter 3 minutos e 25 segundos e mostrar sempre os mesmos movimentos talvez tenha ficado um pouco repetitivo (apesar de a ideia de colocar dois quadros verticais diferencie um pouco), por isso pode-se reduzir o tempo.
terça-feira, 31 de maio de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Crítica ao Objeto
A minha crítica se dirigiu ao objeto da Tayná Marques que consistia em uma caixa com três botões de pressão na parte superior cobertos por papel, cada um desses alterava a música tocada pelo MP3 ao qual estava ligado. A intenção era que os usuários ao escrever pressionassem esses botões e pela combinação dos três sons formassem diferentes músicas, mas infelizmente por conta do material utilizado não foi possível concretizá-la.
Dessa forma o objeto se limitou bastante, como não era possível ver os botões o usuário não sabia como interagir com o objeto. Caso fosse possível escrever, conforme você avançasse pelo papel a música se alteraria, mas sem essa possibilidade você teria que apertar no ponto específico onde se encontrava o botão para fazer isso.
Assim, o objeto se tornou bastante reativo, pois a base era apertar o botão e mudar a música. O que contribuía com a lógica finalística bastante presente, se a música agrada a pessoa não aperta o botão para que ela continue tocando, se ela incomoda aperta-se o botão com o intuito de modificá-la.
Além disso, com três músicas tocando juntas distingui-las era trabalhoso, pois formavam apenas um ruído.
Para torná-lo mais aberto pode ser feita a fusão desse com o objeto da Luisa Gomes. Dessa forma os próprios usuários definiriam qual a configuração do desenho externo, além de poder interferir nas experiências deles.
Assim as pessoas desenhando na parte externa acionariam os botões e tocariam diferentes músicas e também poderia ser acrescentado o uso de LEDs.
Nesse caso além da experiência sonora, que seria melhorada pois com a maior distância entre os MP3 os sons não se confundiriam tanto, seria incrementada também a visual.
Dessa forma o objeto se limitou bastante, como não era possível ver os botões o usuário não sabia como interagir com o objeto. Caso fosse possível escrever, conforme você avançasse pelo papel a música se alteraria, mas sem essa possibilidade você teria que apertar no ponto específico onde se encontrava o botão para fazer isso.
Assim, o objeto se tornou bastante reativo, pois a base era apertar o botão e mudar a música. O que contribuía com a lógica finalística bastante presente, se a música agrada a pessoa não aperta o botão para que ela continue tocando, se ela incomoda aperta-se o botão com o intuito de modificá-la.
Além disso, com três músicas tocando juntas distingui-las era trabalhoso, pois formavam apenas um ruído.
Para torná-lo mais aberto pode ser feita a fusão desse com o objeto da Luisa Gomes. Dessa forma os próprios usuários definiriam qual a configuração do desenho externo, além de poder interferir nas experiências deles.
Assim as pessoas desenhando na parte externa acionariam os botões e tocariam diferentes músicas e também poderia ser acrescentado o uso de LEDs.
Nesse caso além da experiência sonora, que seria melhorada pois com a maior distância entre os MP3 os sons não se confundiriam tanto, seria incrementada também a visual.
Estratégias de Apropriação do Espaço
Parkour
Parkour é um treino de transposição de obstáculos do seu ambiente, como escalar muros, equilibrar em corrimãos, ou saltar sobre vãos. Porém, mais do que isso, é a incessante busca pelo desenvolvimento da autonomia do corpo e da mente sobre os desafios do cotidiano. Buscamos isso através do trabalho de força, resistência, explosão muscular, equilíbrio, determinação, concentração, persistência, entre vários outros atributos físicos e mentais necessários para alcançar o nosso potencial.
O Parkour não é um esporte, ou tampouco um esporte radical. Mais do que isso, buscamos lidar com nosso próprio corpo sem a dependência de acessórios, construir um corpo forte e duradouro, sair da zona de conforto e nos tornar sempre melhores. Melhores para nós e para o mundo ao redor, e não uma busca por riscos ou por adrenalina. Não há regras ou um juiz dizendo o que é certo ou errado, não há competidores fazendo você ganhar ou perder, é uma batalha interna entre você e o ambiente, ou de você contra você mesmo. Apenas você e o seu corpo ditam as regras. Uma atividade rica em experiências e valores para o desenvolvimento do ser humano em seu potencial.
Deriva
A teoria da deriva é um dos trabalhos de autoria do pensador situacionista Guy Debord (formulada em 1958).
A deriva é um meio de se estudar o espaço por meio das condições psíquicas e emocionais das pessoas. Partindo de um lugar qualquer, a pessoa ou grupo se deixa levar (à deriva), permitindo que o espaço seja o guia e crie seus próprios caminhos. As pessoas têm que renunciar aos seus desejos “conscientes” de escolha, deixando-se levar pelas características do terreno e pelas experiências que ele propicia. Dessa maneira, a pessoa tem acesso à características locais que são “intangíveis”, ou que passam despercebidas por uma observação consciente, "direcionada".
Flaneur
Vem do francês e tem o significado de "vagabundo", "vadio", " preguiçoso", que por sua vez vem do verbo francês flâner, que significa "para passear".Charles Baudelaire desenvolveu um significado para flâneur de "uma pessoa que anda pela cidade a fim de experimentá-la". Um flâneur é alguém que perambula sem compromisso por uma cidade, alguém que percorre as ruas sem objetivo aparente, mas secretamente atento à história dos lugares por onde passa e à possibilidade de aventuras.
Rolezinho
Os rolezinhos foram eventos que surgiram por volta de dezembro de 2013 nas grandes cidades brasileiras. Se tratavam de numerosos encontros entre jovens de classe inferior realizados inicialmente em espaços públicos, mas que depois passaram a ocupar shoppings centers frequentados pela classe média e pela elite.
Devido ao grande número de pessoas que se reuniam , muitas vezes situações que inicialmente tinham objetivos apenas comunicativos entre os participantes eram vistas como possíveis ameaças ao ambiente aparentemente seguro dos shoppings - claro que tais interpretações eram atreladas a certo preconceito.
Fenômeno repercutido em todo o país, suscitou inúmeros questionamentos a respeito da desigualdade social no Brasil, de como ela se mostra no espaço urbano. Questionava-se o fechamento de shoppings frente aos anúncios dos eventos em questão (eram feitos por meio de redes sociais), tendo em vista que os casos de depredação e roubo eram mínimos, questionava-se a reação de medo de parte da sociedade frente a um movimento de afirmação dos jovens de classes inferiores , e questionava-se a posição do Estado (principalmente a da polícia militar), entre outros fatores.
Assim, o rolezinho foi uma tentativa de apropriação do espaço, na qual adolescentes brasileiros buscavam o lazer pouco oferecido pelo Estado, mas que sugeriu uma discussão maior: a da afirmação de jovens de classes mais baixas frente a uma sociedade que busca oprimi-los.
Flash Mob
O termo flash mob é usado para se referir a um grande grupo de pessoas que se juntam repentinamente em um local público para fazer alguma ação e rapidamente saírem do local. Geralmente, esse tipo de ação é organizado,combinado, coordenado, etc., por meio de redes sociais, e-mails ou outros meios parecidos.
Quem participa de um evento desse é chamado de flash mobber. Quando nos referimos à ação como um todo usamos o termo flash mobbing.
Um exemplo foi esse flash mob feito pelo CoralUsp no Mercado Municipal de São Paulo no qual cerca de 300 cantores se misturaram ao público e cantaram a música Maria, Maria composta por Milton Nascimento: CoralUSP
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